O paulistano Waldimir Pirró e Longo é engenheiro industrial e metalúrgico pelo I professor. Fez mestrado e doutorado Florida (EUA). De volta ao Brasil, cursou a Escola de Comando Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército (IPD). Passou para a reserva e iniciou acadêmica como professor visitante da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde anos depois concurso, passou a professor titular. Na U Pós-Graduação. Exerceu vários cargos públicos entre os quais: do Ministério da Ciência e Tecnologia (MAST), Secretário Executivo do Programa de Apoio Subsecretário de Tecnologia do Estado Tecnologia (FLUTEC) e vice-presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Ao fazer um balanço de sua carreira, o engenheiro lembra que a Gestão em Ciência e Tecnologia representou um que exerci levaram-me para longe Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia” fase inicial de amadurecimento. “O sistema, estruturado a partir da Segunda Guerra Mundial aperfeiçoado”, diz o professor Longo competentes dos conhecimentos científicos e tecnol cerca de 15 países produzem a grande maioria celular a um computador, tudo é concebido para produzir medicamentos, são importados. A nossa dependência te dessa vulnerabilidade estratégica depende fundamentalmente nossa engenharia”, afirma. De acordo com o engenheiro, o desen temos, por exemplo, uma política industrial que, inequivocamente, aponte para setores estratégicos nos quais o País não abriria mão do domínio tecnológico e produtivo. Sem definição concentrar os recursos e casar o esforço em C&T com o investimento produtivo nativo. O que assistimos é uma paulatina desnacionalização associada a uma desindustrialização dos setores mais dinâmicos, aqueles de maior agregação de valores intangíveis (conhecimentos) aos produtos.” O professor Longo participou de dezenas de missões publicados no País e no exterior e recebeu diversas honrarias ao longo de sua carreira, entre elas: a Grã Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (2007), a Medalha do Mérito Militar (2002) e a Medalha Marechal Hermes da Fonseca do Exército Brasileiro (1959) Professor Emérito da UFF, o engenheiro dá aulas no Instit realiza palestras e consultorias nas área Waldimir Pirró e Longo “Brasil tem uma enorme dependência tecnológica é oficial do Exército pela Academia Militar das Agulhas Negras pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), onde iniciou a carreira como mestrado e doutorado em Engenharia e Ciência dos Materiais e Metalurgia pela o Brasil, cursou a Escola de Comando e Estado Maior do Exército Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército (IPD). Passou para a reserva e iniciou como professor visitante da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde anos depois . Na Universidade exerceu ainda o cargo de pró entre os quais: diretor interino do Observatório Naciona io da Ciência e Tecnologia (MCTI), diretor interino do Museu de Astrono , Secretário Executivo do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico etário de Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, presidente da Empresa Fluminense de presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). carreira, o engenheiro lembra que a sua atuação nas áreas de Ciência e Tecnologia representou uma grande mudança profissional. “Nesse período, as funç dos laboratórios como pesquisador. Participei da estruturação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia”, lembra o engenheiro, que acredita que o setor ainda est sistema, estruturado a partir da Segunda Guerra Mundial Longo, que lamenta o fato de sermos ainda, ” competentes dos conhecimentos científicos e tecnológicos gerados pelos países mais desenvolvidos a grande maioria das inovações que utilizamos. De um simples telefone concebido no exterior. A maioria dos fármacos que utiliza importados. A nossa dependência tecnológica é enorme égica depende fundamentalmente de decisões polít desenvolvimento científico e tecnológico não é prioridade nacional. temos, por exemplo, uma política industrial que, inequivocamente, aponte para setores estratégicos nos quais o País não abriria mão do domínio tecnológico e produtivo. Sem definição concentrar os recursos e casar o esforço em C&T com o investimento produtivo nativo. O que assistimos é uma paulatina desnacionalização associada a uma desindustrialização dos setores mais dinâmicos, aqueles res intangíveis (conhecimentos) aos produtos.” participou de dezenas de missões oficiais no exterior, tem mais de 100 artigos recebeu diversas honrarias ao longo de sua carreira, entre elas: a Grã Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (2007), a Medalha do Mérito Militar (2002) e a Medalha do Exército Brasileiro (1959). o engenheiro dá aulas no Instituto de Estudos Estratégicos da U áreas de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação. Waldimir Pirró e Longo rasil tem uma enorme dependência tecnológica” pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), onde iniciou a carreira como e Metalurgia pela University of Estado Maior do Exército (ECEME) e foi servir no Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército (IPD). Passou para a reserva e iniciou nova carreira como professor visitante da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde anos depois, via niversidade exerceu ainda o cargo de pró-reitor de Pesquisa e terino do Observatório Nacional, assessor especial do Museu de Astronomia e Ciências Afins ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), presidente da Empresa Fluminense de presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). atuação nas áreas de Política e “Nesse período, as funções . Participei da estruturação do , lembra o engenheiro, que acredita que o setor ainda está em sistema, estruturado a partir da Segunda Guerra Mundial, está sendo ainda, “até certo ponto, usuários mais desenvolvidos”. Hoje, as inovações que utilizamos. De um simples telefone os fármacos que utilizamos no Brasil cnológica é enorme e a superação decisões políticas e da capacidade da não é prioridade nacional. “Não temos, por exemplo, uma política industrial que, inequivocamente, aponte para setores estratégicos nos quais o País não abriria mão do domínio tecnológico e produtivo. Sem definição política fica difícil concentrar os recursos e casar o esforço em C&T com o investimento produtivo nativo. O que assistimos é uma paulatina desnacionalização associada a uma desindustrialização dos setores mais dinâmicos, aqueles tem mais de 100 artigos recebeu diversas honrarias ao longo de sua carreira, entre elas: a Grã- Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (2007), a Medalha do Mérito Militar (2002) e a Medalha uto de Estudos Estratégicos da Universidade, e Ciência, Tecnologia e Inovação.

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