Preocupação com o desenvolvimento do País marca posse dos novos membros

Acadêmicos destacaram papel da Academia para o crescimento do Brasil

 

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Após a posse, Acadêmicos participaram do coquetel e falaram sobre a nomeação e o papel da Academia para a construção de um novo Brasil

Para os novos Acadêmicos, o ingresso na ANE representa um compromisso ainda maior com a engenharia e com o Brasil uma vez que a entidade procura por meios de seus membros contribuir de forma efetiva para o crescimento do país e ajudar na busca de soluções que permitam o desenvolvimento da sociedade.

Diretor do Cepel, Albert de Melo lembrou que é preciso desenvolver uma engenharia a serviço do Brasil. “A inovação só existe em pluralidade de conhecimento. Essa é a mola mestra para o desenvolvimento e esse é um espaço onde há grande pluralidade de ideias”, afirmou.

Para o Acadêmico Djalma Falcão, a ANE deve contribuir com o seu conhecimento técnico na área de engenharia para a tomada de decisões fundamentais para o País. Do mesmo pensamento, o Acadêmico Eduardo Serra ressaltou que é preciso buscar um papel ativo de assessoramento junto ao governo. “A Academia, com especialistas em diversas áreas, pode contribuir muito com o desenvolvimento do País”, disse.

Professor da Unicamp, o Acadêmico José Roberto de França Arruda mencionou a importância de fazer parte de um grupo qualificado e coeso no objetivo de ajudar o Brasil. “O objetivo do engenheiro é contribuir com a engenharia brasileira. Agora, essa responsabilidade tornou-se ainda maior”, disse.

Também motivado com a eleição, o Acadêmico José Antônio Jardini se colocou à disposição para ajudar na busca de soluções para um País melhor e se mostrou honrado em fazer parte do quadro de membros titulares da entidade.

Enquanto o professor Marcus Theodor Schilling destacou o papel da Academia não busca de soluções para os problemas complexos que o Brasil enfrenta, o geólogo Guilherme Estrella lembrou que o País caminha na construção de uma nova visão de sociedade. “Esse novo modelo tem uma abordagem ligada ao desenvolvimento nacional. A Academia tem a função extraordinária de participar para a construção desse Brasil soberano que tem como base a indústria e a tecnologia”, afirmou Guilherme Estrella.

O engenheiro Leonard Korowajczuk, que reside nos Estados Unidos, destacou a competência da engenharia Brasileira. “Nossos profissionais são altamente qualificados e não podemos deixar que haja uma esvaziamento. Trabalho lá fora e vejo que nossos engenheiros estão entre os melhores do mundo”, afirmou.

Idealizando um Brasil mais desenvolvido, o Acadêmico Tarcísio Takashi Muta destacou a importância de atuar junto aos responsáveis pela tomada de decisões para contribuir de forma efetiva com o crescimento do país e lamentou o fato do Brasil não aproveitar seus profissionais. “Temos grandes profissionais que deixam o país e precisamos mudar isso”.

Motivado com os ideais da ANE, o Acadêmico Nelson Zeni pretende estimular as atividades do Comitê Regional de Santa Catarina. “Vamos organizar o núcleo de Santa Catarina, que conta com cinco Acadêmicos, com o objetivo de fazer com o que o trabalho de Academia espraie pelo país inteiro”, disse entusiasmado.

ANE empossa novos membros