Pesquisa coordenada pela acadêmica Djenane Pamplona é notícia no Boletim da Faperj

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O medidor identifica o nível de pressão da pele, em milímetros de mercúrio

O equipamento desenvolvido no Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com a coordenação da acadêmica Djenane Pamplona, foi notícia no Boletim da Faperj divulgado no dia 14 de junho. O aparelho vai auxiliar médicos em cirurgias plásticas de reparação mamária, como a colocação de próteses de silicone, e de tecidos que sofreram queimaduras ou perdas em função de trauma. Segundo o texto, ao precisar até aonde a pele é capaz de ser esticada, médicos e pesquisadores esperam reduzir a dor e o desconforto dos pacientes no pós-operatório, bem como os riscos de formação de estrias e má cicatrização do tecido.

Ainda de acordo com o texto, o dispositivo deverá permitir a realização de diversos estudos, que visem conhecer melhor as características viscoelásticas da pele. Um deles seria descobrir o efeito da idade na constituição do tecido e avaliar se existe uma diferença significativa entre a pele de indivíduos brancos, negros, mulatos, orientais e índios. Sem falar das diferenças a respeito da localização do tecido no corpo.

O dispositivo é composto por uma pequena caixa e um tubo de material plástico, com duas ramificações. Na primeira, o médico aplica o soro fisiológico com o auxílio de uma seringa; na outra ramificação está o medidor, que vai calcular a pressão que o líquido exerce sobre o tubo em milímetro de mercúrio (mmHg). Essa pressão é a mesma que acometerá a pele. E, automaticamente, o equipamento salva os dados.   Para ler a matéria completa basta acessar aqui.