Adriano Murgel Branco

Posse: 1991
Falecimento: 2011

Nasceu no Rio de Janeiro, em 5 de dezembro de 1913. Filho de Luiz de Araújo Franco e de Adelina dos Santos Franco, cursou o secundário no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, e tornou-se Oficial da Marinha na Escola Naval em 1933. Participou dos esforços de guerra da Marinha do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial.

Posteriormente, especializou-se em estudos relacionados aos fenômenos das marés. Foi promovido a vice-almirante em 1961. Obteve várias medalhas e foi agraciado com o título de Professor Emérito do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, em 1996, onde foi diretor no período de 1970-1974.

Desenvolveu métodos computacionais baseados nas técnicas de Transformada Rápida de Fourier para análise e previsão das marés. Em 1976, obteve o doutorado na Engenharia Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo defendendo Tese sob o título “Componentes Harmônicas de Marés em Pequenos Fundos”. Em sua vida acadêmica, publicou cerca de 70 trabalhos científicos.

Em 2005, indicado pela MB com a aprovação unânime da comunidade científica brasileira, recebeu o distinto Prêmio Fundação Conrado Wessel (FCW) de Ciência e Cultura, no item Ciência Aplicada à Água, concedido a pesquisadores brasileiros. O Almirante Franco faleceu em São Paulo, em 4 de maio de 2011.

Alberto dos Santos Franco

Posse: 1991
Falecimento: 2011
Cadeira: 9
Patrono: Alix Corrêa Lemos

Nasceu no Rio de Janeiro, em 5 de dezembro de 1913. Filho de Luiz de Araújo Franco e de Adelina dos Santos Franco, cursou o secundário no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, e tornou-se Oficial da Marinha na Escola Naval em 1933. Participou dos esforços de guerra da Marinha do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial.

Posteriormente, especializou-se em estudos relacionados aos fenômenos das marés. Foi promovido a vice-almirante em 1961. Obteve várias medalhas e foi agraciado com o título de Professor Emérito do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, em 1996, onde foi diretor no período de 1970-1974.

Desenvolveu métodos computacionais baseados nas técnicas de Transformada Rápida de Fourier para análise e previsão das marés. Em 1976, obteve o doutorado na Engenharia Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo defendendo Tese sob o título “Componentes Harmônicas de Marés em Pequenos Fundos”. Em sua vida acadêmica, publicou cerca de 70 trabalhos científicos.

Em 2005, indicado pela MB com a aprovação unânime da comunidade científica brasileira, recebeu o distinto Prêmio Fundação Conrado Wessel (FCW) de Ciência e Cultura, no item Ciência Aplicada à Água, concedido a pesquisadores brasileiros. O Almirante Franco faleceu em São Paulo, em 4 de maio de 2011.

Albuíno Cunha Azeredo

Posse: 1991
Falecimento: 2018
Cadeira: 51
Patrono: Saturnino Rodrigues de Brito

Albuíno de Azeredo nasceu em Vila Velha no dia 21 de janeiro de 1945, filho de Albuíno Ferreira de Azeredo e de Normília Cunha de Azeredo. Negro e de origem humilde, foi vendedor ambulante, quitandeiro, peão de pedreira e jogador de futebol no Atlético de Vitória. Mais tarde, trabalhou no Departamento de Água e Esgoto do Espírito Santo. Concluído o curso de engenharia na Universidade Federal do Espírito Santo, transferiu-se para o Rio de Janeiro e cursou informática e administração de empresas na Pontifícia Universidade Católica (1968-1969).

Ingressou na Companhia Vale do Rio Doce a convite de do dirigente da estatal, Eliezer Batista, onde exerceu os cargos de engenheiro de via permanente, chefe da divisão de engenharia civil, coordenador de duplicação e sinalização da Estrada de Ferro Vitória-Minas, e diretor da subsidiária Intervale S.A. Em 1977 fundou a sua própria empresa, a Engenharia e Estudos Ferroviários, que viria a ter escritórios em cinco estados do Brasil, além de uma representação em Londres, com faturamento mensal de um milhão de dólares.

Foi governador do Estado do Espírito Santo entre 1990 e 1994. Morreu no dia 16 de setembro de 2018, aos 73 anos.

Antônio Manoel da Siqueira Cavalcanti

Posse: 1996
Falecimento: 2009
Cadeira: 190
Patrono: Ruffino de Almeida Pizzarro

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Antônio Aureliano Chaves de Mendonça (Membro Fundador)

Posse: 1991
Falecimento: 2003
Cadeira: 189
Patrono: Roberto Cochrane Simmonsen

Engenheiro, professor e Político, Antônio Aureliano Chaves de Mendonça, nasceu em Três Pontas, Minas Gerais, em 13 de janeiro de 1929. Ingressou na política em 1958, elegendo-se suplente de deputado estadual pela UDN. Foi efetivado em 1961, na vaga de Gil Vilela, mas permaneceu no Legislativo por pouco tempo, renunciando ao mandato em outubro de 1962 para integrar a diretoria da Eletrobrás. Eleito deputado estadual na legislatura seguinte, integrou a linha ortodoxa do partido, conhecida como “Banda de Música”, ao lado de Carlos Lacerda, Afonso Arinos e Pedro Aleixo.

Em 1964, assumiu a secretaria de Educação de Minas no governo de José Magalhães Pinto e esteve entre os políticos que participaram do centro de articulação do movimento que depôs o Presidente Goulart, em 1964. Após a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 (AI-2), em outubro de 1965, Aureliano se filiou à recém-criada Arena, pela qual se elegeu deputado federal em 1966. Dois anos depois, votou contra o pedido de licença de Governo para processar o deputado Márcio Moreira Alves (MDB-Guanabara), autor de um discurso considerado ofensivo às Forças Armadas.

Em 1970 reelegeu-se deputado federal e, em fins de 1974, foi nomeado governador de Minas Gerais pelo presidente Ernesto Geisel, provocando o afastamento de Magalhães Pinto, então senador.

Aureliano apoiou o presidente Geisel, em 1977, na crise provocada pelo então ministro do Exército, Sílvio Frota, demitido por tentar forçar sua própria candidatura à Presidência da República. No ano seguinte, foi escolhido vice-presidente do general João Baptista de Figueiredo. Foi ministro de Minas e Energia de 1985 a 1988. Faleceu em março de 2003.

Antônio Marcus Nogueira Lima

Posse: 2014
Falecimento:
Cadeira: 14
Patrono: Antonio Augusto Fernandes Pinheiro

Natural de Recife (PE), Antonio Marcus Nogueira Lima é engenheiro Eletricista e Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Paraíba (FFPB). É Doutor em Engenharia Elétrica pelo Institut National Polytechnique de Toulouse, tendo recebido a Medalha Leopold Escande. Foi Engenheiro de Projetos da Philips, Prof. Titular do Depto. de Enga. Elétrica da UFPB, Chefe do Depto. de Enga. Elétrica e Coordenador do PPGEE da UFPB.

Foi Coordenador Administrativo do Depto. de Enga. Elétrica da UFCG. Foi Diretor da SBA e Membro do Conselho Superior, sendo atualmente seu Vice-Presidente. Foi membro do CA de Enga. Elétrica e Enga. Biomédica do CNPq e do CA – Enga. IV/CAPES. Foi Coordenador de Área – Enga. IV/CAPES. Orientou 32 teses e 47 dissertações.

É autor de mais 370 artigos científicos sendo 101 em periódicos indexados. Tem mais de 35 anos de experiência de ensino, tendo atuado no Curso Técnico da ETER e nos Cursos de Enga. Elétrica da UFPB e UFCG. É Comendador da Ordem do Mérito Científico Nacional, Membro Titular da ANE, e detentor da Medalha do Mérito Universitário da UFCG. É Prof. Titular do Depto. de Enga. Elétrica da UFCG, onde desenvolve atividades de ensino e pesquisa na área de automação e controle de sistemas industriais e embarcados.

Antônio Sérgio Pizzarro Fragomeni

Posse: 2002
Falecimento: 2009
Cadeira: 6
Patrono: Alberto Santos Dumont

Nasceu no dia 22 de abril de 1946, no Rio de Janeiro. De ascendência italiana, seu pai seguiu a carreira militar, tornando-se general da Escola Superior de Guerra. Muitos de seus 11 irmãos seguiram carreira similar. Entrou no Colégio Militar e se graduou no IME-RJ (Instituto Militar de Engenharia).

Entra nos anos 60 na Petrobrás, no setor de engenharia de equipamentos. Ao longo dos anos 70 e 80 trabalha na Bacia de Campos e no CENPES. Foi à Londres duas vezes pela Petrobrás, a segunda vez no governo Collor. Trabalhou no gabinete de diversos diretores da Petrobrás. Na época da entrevista (2003) ainda não tinha se aposentado. É casado e tem quatro filhos.

Archibald Joseph Macintyre

Posse: 1992
Falecimento: 2005
Cadeira: 24
Patrono: Antônio Pinto Rebouças

Atuou por anos como professor do Centro Técnico-Científico da PUC – RJ, do Instituto Militar de Engenharia (IME) e do Núcleo de Treinamento Tecnológico (NTT). Era professor inativo das Escolas de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Arno Oscar Markus

Posse: 1993
Falecimento: 2020
Cadeira: 101
Patrono: Honório Bicalho

Nasceu no Rio Grande do Sul em 1925. Cursou Engenharia Civil pela Escola de Engenharia da Universidade do Grande do Sul, em 1949. Fez especialização em Projetos de Transporte: Economic Development Institute do BIRD, Washington (U.S.A), em 1971.

Atuou como Engenheiro Extranumerário da Secretaria de Obras Públicas do Rio Grande do Sul, Engenheiro do Departamento Estadual de Portos, Rios e Canais – DEPRC – com atribuição de exercer a administração e exploração Governo dos portos de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre, concedidos ao governo do Rio Grande do Sul, e realizar estudos e melhoramentos das vias navegáveis do Estado, inclusive dos canais de acesso aos portos sob concessão.

Na qualidade de engenheiro do DEPRC, desempenhou as funções de: Chefe da Seção de Estudos e Projetos da Diretoria Técnica de Portos e Vias Navegáveis; Diretor da Diretoria de Portos e Vias Navegáveis; Assistente Técnico do Setor de Estudos do Gabinete de Estudos Hidroviários; Representante do DEPRC na Junta Regional de Estatísticas; Engenheiro Fiscal das obras de construção da barragem e eclusa de Bom Retiro, no rio Taquari; Presidente da Comissão para rever e pronunciar-se sobre o Projeto do Plano Hidroviário do Rio Grande do Sul.

Foi membro da Comissão do Plano Portuário Nacional, criada pelo Decreto n° 44 203, de 30 de julho de 1958, no Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais onde entre outras atribuições, atualizou os planos e programas relativos a portos e aquavias, elaborando o Plano Portuário Nacional. Na Comissão do Plano Portuário Nacional exerceu as seguintes funções: Secretário executivo da Comissão dos Planos de Expansão e Melhoramento dos portos de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre e do Plano Nacional de Expansão e Melhoramento das Vias Navegáveis.

Também atuou como Engenheiro do Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis – DNPVN – autarquia, criada pela Lei n° 4213, de 14.02.1963, em substituição ao Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais, onde desempenhou as funções de: Chefe do Gabinete do Diretor Geral, Diretor de Planejamento e Coordenação; integrante da Representação do Brasil na 1ª Reunião da Comissão Assessora de Transportes Da Associação Latino Americana, em Montividéo, Uruguai; Superintendente da Administração do Porto do Rio de Janeiro. Assessorou o Ministro da Viação e Obras Públicas na elaboração de projetos de alguns decretos.

Foi Consultor autônomo de Portos e Vias Navegáveis e atuou como Professor Auxiliar na Pontifícia da Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Foi conferencista do 1° Curso de Economia de Transporte promovido pela Fundação de Estudos do Mar, Rio de Janeiro.

Era Membro a Vie da PIANC – Permanent International Association of Navigation Congresses, com sede em Bruxelas, Bélgica, até o  ano de 2000 e da  Academia Nacional de Engenharia desde 1993. Faleceu em 11 de novembro de 2020.

Arturo J. Bignoli

Posse: 2001
Falecimento: 2018

Argentino, formou-se Engenheiro Civil com diploma de honra pela UBA. Desde 1944, ele lecionou e ocupou o cargo de Reitor da Faculdade de Ciências Físico-matemáticas e Engenharia da Pontifícia Universidade Católica Argentina. Foi membro da Academia Nacional de Ciências Exatas, Físicas e Naturais, da Academia Argentina de Engenharia, do Conselho de Engenharia da Sociedade Científica Argentina e do Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica.

Junto com Alberto Fava e Arturo Guzmán, elaborou o novo Regulamento do Concreto Armado da Argentina. A sua obra como designer e construtor destaca-se pela gestão e construção de mais de 1.000.000 m² cobertos por uma estrutura pré-fabricada de betão armado.

Ary Marques Jones (Membro Fundador)

Posse: 1991
Falecimento: 2016
Cadeira: 28
Patrono: Ary Frederico Torres

Descendente de ingleses, Ary Jones cursou a graduação em Engenharia nos EUA e lá se tornou Mestre em Engenharia Industrial. Serviu à Marinha do Brasil, de 1938 a 1961, quando se aposentou, tendo sido condecorado herói de guerra por sua atuação na Segunda Guerra Mundial.

Em 1958, participou da fundação do então Instituto de Administração de Gerência (IAG) da PUC-Rio, atual Escola de Negócios da Universidade, e nele foi coordenador, e professor. Dirigente da Firjan por mais de duas décadas, com atuação no Conselho Empresarial de Tecnologia, Ary Jones ressaltou a importância do trabalho da instituição ao levar o desenvolvimento para o interior do estado. Ajudou também a criar a Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e o Instituto de Psicologia Naval.

Muito atuante no desenvolvimento de projetos de planejamento em engenharia para entidades privadas e estatais, como engenheiro esteve sempre voltado para os aspectos da moderna engenharia. Atuou, por exemplo, na implementação de tecnologias de exploração de petróleo em águas profundas pela Petrobras, empresa na qual foi um dos responsáveis pelos primeiros estudos sobre a diversidade da matriz energética brasileira.

Ary Marques Jones continuou ligado à PUC-Rio mesmo após sair do IAG, em 1976, e foi membro do Conselho de Desenvolvimento da Universidade e do Conselho Fiscal da Fundação Padre Leonel Franca.

Fonte: http://nucleodememoria.vrac.puc-rio.br/perfil/saudade/ary-marques-jones-1921-2016